terça-feira, 2 de agosto de 2011

A ostra e o grão de areia


Uma ostra que não foi ferida não produz pérolas. 
As pérolas são uma ferida curada. 

Pérolas são produto da dor, 
resultado da entrada de uma substância estranha
ou indesejável no interior da ostra,
como um parasita ou um grão de areia. 

A parte interna da concha de uma ostra
é uma substância lustrosa chamada nácar. 
Quando um grão de areia penetra, 
as células do nácar começam a trabalhar 
e cobrem o grão de areia com camadas e 
mais camadas para proteger o corpo indefeso da ostra.

Como resultado, uma linda pérola é formada. 

Uma ostra que não foi ferida, de algum modo, 
não produz pérolas, pois a pérola é uma ferida cicatrizada. 

Você já se sentiu ferido pelas palavras rudes de um amigo? 
Já foi acusado de ter dito coisas que não disse? 
Suas idéias já foram rejeitadas? 
Então produza uma pérola... cubra suas mágoas 
e as rejeições sofridas com camadas e camadas de amor. 

Lembre-se apenas de que uma ostra que não foi ferida, 
não produz pérolas, pois uma pérola é uma ferida cicatrizada. 

Infelizmente, são poucas as pessoas que se interessam
por esse tipo de movimento. 

A maioria aprende apenas a cultivar ressentimentos, 
deixando as feridas abertas, alimentando-as com 
vários tipos de sentimentos pequenos e, portanto, 
não permitindo que cicatrizem. 

Assim, na prática, o que vemos são muitas "Ostras" Vazias, 
não porque não tenham sido feridas,
mas porque não souberam perdoar, 
compreender e transformar a dor em amor.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

JESUS

O fim das lágrimas



Todos nós já sentimos tristeza; ela é um fato da vida. A Bíblia tem diversos relatos de pessoas que, em algum momento, passaram por tristeza. Jacó entristeceu-se ao perder sua esposa, Raquel (Gn 48.7) e por não conseguir salvar seu filho, José (Gn 42.38). Ana era triste por causa de sua esterelidade (1Sm 1.15), e Tamar chorou amargamente depois da tragédia de ser estuprada por seu meio-irmão (2Sm 13.19). A rainha Ester sentiu grande pesar em seu coração e derramou lágrimas de tristeza por causa da proposta para destruir seu povo (Et 8.3). O salmista experimentou a tristeza durante a opressão e as dificuldades (Sl 13.2; 90.10). Até mesmo a sabedoria traz consigo a tristeza de saber que a vida como um todo não é alegre (Ec 1.18). Por fim, a maior de todas as tristezas suportadas por uma mulher foi a de Maria, a mãe do Senhor, ao ver a tortura e execução cruel de seu filho (Lc 2.34-35).
As Escrituras dizem que as tristezas do justo levam ao arrependimento e à vida (2Co 7.9), ao contrário das tristezas dos ímpios, que levam à morte (2Co 7.10). No entanto, Deus poupa seus filhos de muitas tristezas (Fp 2.27), ou seja, das tristezas sem qualquer esperança de gozo.
Virá o dia em que a tristeza terá fim (Is 60.20). Você pode aguardar com ansiedade novos céus e nova terra, onde o pranto se transformará em regozijo, e o consolo, em alegria (Is 61.1-3).

Fonte: APOCALIPSE, Novo testamento - O fim das lágrimas (in A Bíblia da Mulher), pág. 1646